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Gestão e Acompanhamento

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Conheças as metas alcançadas do Brasil Sem Miséria. 

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Balanço 2012 - BR atualizado em 07/02/2013
       
Dados gerais   População Extremamente Pobre - Dados preliminares do Censo IBGE 2010 - Pessoas 16.267.197
Busca Ativa   Busca Ativa - famílias extremamente pobres cadastradas e recebendo PBF (jun/11 à nov/12) 791.068
Garantia de Renda Transferência de Renda Programa Bolsa Família-PBF - famílias atendidas (jan/13) 13.835.986
Programa Bolsa Família-PBF -Expansão em famílias (jan/13 em relação a jun/11) 836.426
Programa Bolsa Família-PBF -Aumento do limite de Benefícios Variáveis (set/11, novos benefícios) 1.387.022
Programa Bolsa Família-PBF - Benefício Variável Gestante - BVG (Total de benefícios - dez/12) 166.635
Programa Bolsa Família-PBF - Benefício Variável Nutriz - BVN (Total de benefícios - dez/12) 206.120
Programa Bolsa Família-PBF - Benefício para Superação da Ext. Pobreza na Primeira Infância - BSP (Total de benefícios - dez/12) 3.451.940
Inclusão Produtiva Urbana Pronatec - Vagas ofertadas (até dez/12) 572.048
Pronatec - Total de matrículas (até dez/12) 266.398
Rural Bolsa Verde - Famílias atendidas (out/11 a dez/12) 34.380
ATER e Sementes - famílias com ATER garantida (jun/11 a jan/13) 210.680
Fomento - famílias atendidas (jan. a nov/12) 16.795
Água Para Todos Cisternas - 1ª Água (Entregues até dez/12) - MDS, MI, FBB e Funasa 240.195
Cisternas - 2ª Água (Entregues até 04/2012) 3.000
Acesso a Serviços Educação Mais Educação (Escolas que aderiram em 2011, maioria PBF) 5.355
Mais Educação (Escolas que aderiram em 2012, maioria PBF) 17.464
Saúde Unidades Básicas de Saúde-UBS - Construção de novas unidades (Unidades que receberam repasse de recursos) 2.105
Referenciamento Intersetorial Equipes volantes para CRAS (2011) 1.015
Equipes volantes para CRAS (nov/2012) 190
Ampliação da cobertura de serviços de Assistência Social - CRAS (2011) 194
Ampliação da cobertura de serviços de Assistência Social - CRAS (nov/2012) 301
Construção de CRAS - recursos empenhados em 2011 33
Construção de CRAS - Propostas aprovadas (nov/2012) 137
Construção de CREAS - recursos empenhados em 2011 27
Construção de CREAS - adesão 2012 334
População de Rua Centro POP - Serv. Esp. para Pessoa em Situação de Rua (Quant. ofertada em 2012) 93
Serviço de Acolhimento para População de Rua (Quant. de vagas ofertadas em 2012) 22.025
Brasil Carinhoso Creches Ação Brasil Carinhoso - Total de Creches - 2012 22.877
Ação Brasil Carinhoso - Total de crianças PBF - 2012 381.568
Ação Brasil Carinhoso - Valor a ser repassado para as creches (R$) - 2012 210.964.870
Ação Brasil Carinhoso - Total de municípios - 2012 2.744

O Decreto nº 7.492 de 02 de junho de 2011, que instituiu o Plano Brasil Sem Miséria, definiu a composição de seu comitê gestor (CG), bem como as regras de indicação dos membros do grupo executivo (GE) e do grupo interministerial de acompanhamento (GIA).

O CG – Comitê Gestor do BSM é composto pelos ministros do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Casa Civil, da Fazenda e do Planejamento e tem a atribuição de coordenar as ações necessárias à implementação e execução dos programas e iniciativas previstas no BSM.

O GE – Grupo Executivo do BSM é formado por representantes da Secretaria Extraordinária para a Superação da Extrema Pobreza (SESEP/MDS) e Secretarias do MPOG, MF e CC, indicados em portaria específica. O GE tem como objetivo a definição de questões orçamentárias e legais e outras medidas institucionais, além da validação de metas e acompanhamento dos resultados do BSM.

O GIA – Grupo interministerial de Acompanhamento é formado por representantes da (SESEP/MDS) e Secretarias dos demais ministérios setoriais que fazem parte do BSM: MEC, MS, MI, MCid, MTE, MDA, também indicados em portaria específica. O GIA tem a função de consolidar as ações, definir metas e acompanhar os resultados de implementação e execução do BSM.

Além das instâncias decisórias descritas acima, a estrutura de gestão e o acompanhamento do Plano Brasil Sem Miséria é constituída também pelas denominadas salas de situações. As salas são responsáveis pela gestão e tratamento das informações que subsidiam as decisões tomadas no âmbito dos demais comitês. Entre suas funções e características principais, podem-se destacar:

- Identificação de restrições, problemas e situações preocupantes que podem afetar a execução das ações; e definição das providências, prazos e responsáveis para solução das restrições encontradas;

- Explicitação de resultados alcançados através do cumprimento das providências;

- Realização de processo contínuo de articulação de atividades de: 1. coleta, tabulação e processamento de dados; 2. análise e comparação de dados; 3. avaliação de problemas, intervenções e tomada de decisões; e; 4. divulgação das informações que permitem o controle social;

- Estrutura menos hierarquizada;

- Existência de confiança e incentivos à cooperação;

- Incentivos ao aprendizado e disseminação da informação;

- Diminuição de cenários de incerteza

 

A figura 1, a seguir, ilustra a estrutura de gestão e acompanhamento do BSM.

 

Figura 01 - Estrutura de Gestão do BSM

 


Instrumentos e competências das arenas decisórias

As instâncias decisórias do Brasil Sem Miséria - CG, GE, GIA e salas de situação -, realizam reuniões periódicas para levar a cabo a gestão e o acompanhamento do Plano.

As reuniões do CG e do GE têm um caráter de tomada de decisão. Ocorrem com periodicidade menor do que a das salas de situação e são dedicadas a tratar de questões de âmbito mais estrutural, que demandam a avaliação gerencial dos ministérios que compõem os dois comitês.

Exemplo de matérias tratadas nas duas arenas são questões orçamentárias, alterações legais, envio de projetos ao CN, entre outros.

As reuniões do GIA e das Salas de Situação têm caráter mais gerencial e voltado para o levantamento de subsídios para as discussões feitas no âmbito do CG e GE.

As salas de situação se dividem por área temática e se reúnem em periodicidade mensal ou bimestral. Apresentam naturezas diferentes quanto à duração, sendo que algumas delas são permanentes, enquanto outras têm funcionamento temporário.

 

Fluxo de acompanhamento

 

O acompanhamento do BSM obedece ao seguinte fluxo: os Ministérios setoriais recebem dos órgãos da administração indireta, ou dos executores, informações sobre o andamento das ações, e elas são analisadas e discutidas nas Salas de Situação, para a definição de providências a serem tomadas.

 

Figura 02 - Gestão e Acompanhamento e Salas de Situação – SESEP

 

Um segundo momento do acompanhamento das ações do BSM se refere à divulgação periódica dos seus resultados, quando são apresentadas informações como: evolução quantitativa e qualitativa das ações; resultados atingidos; restrições e dificuldades existentes das ações, entre outras.

A divulgação periódica de dados segue o modelo já consagrado pelo PAC e tem a função de oferecer a prestação de contas do Plano, possibilitando o acompanhamento pelo setor público, privado e pela sociedade civil.
Dessa forma, a gestão e o acompanhamento do BSM apresentam dois momentos diferentes: o primeiro consiste na gestão interna das ações do Plano, e o segundo relacionado à divulgação de balanços periódicos do BSM.



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